BARROS RIBEIRO ADVOGADOS | ESCRITÓRIO APOSTA NO SOCIETÁRIO E TRIBUTÁRIO

A Barros Ribeiro Advogados Associados, cliente Oliveira Campos Consultoria há mais de 10 anos, tem como desafio ser reconhecido entre os 20 melhores escritórios de advocacia no Brasil e aumentar seu faturamento em cerca de 30% para 2012.
Leia a matéria publicada pelo Jornal DCI sobre o escritório e seus objetivos para os próximos cinco anos.

Escritório aposta no societário e tributário
SÃO PAULO – Com forte atuação na área de contencioso cível, o Barros Ribeiro Advogados Associados aposta na inauguração da área do direito societário e no crescimento do setor …

Andréia Henriques

 

SÃO PAULO – Com forte atuação na área de contencioso cível, o Barros Ribeiro Advogados Associados aposta na inauguração da área do direito societário e no crescimento do setor tributário para alcançar cerca de 30% de aumento em seu faturamento em 2012. A meta do escritório, fundado no Rio de Janeiro em 1994, é de nos próximos cinco anos ser reconhecido pelo mercado entre os 20 melhores do Brasil. “Estamos buscando no mercado um profissional para iniciar a área societária”, afirma o sócio Rodrigo Ribeiro.

Segundo ele, essa é uma demanda dos clientes, e a banca, com a ampliação, deve participarativamente em fusões e aquisições. “Esse setor cresce e potencializa muito o escritório”, afirma o advogado.

O tributário, feito pelo escritório desde 2010, também tem se expandido e representado importante percentual na receita da banca, que no ano passado atingiu 20% de aumento em seu faturamento. O contencioso cível, foco desde a fundação do escritório, ainda é o carro-chefe e responde por cerca de 60% dos casos. “Minha aposta é que esse cenário mude. Que o contencioso cível caia a 40% do total e que a receita maior venha da parte de consultoria”, afirma o advogado.

Hoje o contencioso nas três principais áreas do escritório (tributário, cível e trabalhista) é responsável por 75% do volume de trabalho, mas a aposta é que o consultivo aumente. “Hoje é muito complicado demandar no Judiciário brasileiro. Ele é muito caro e demorado, o que é ruim para o cliente e para o escritório, por isso queremos inverter essa ordem. Temos feito bastante trabalho no preventivo e ele tem aumentado bastante, mas ainda não na velocidade que gostaríamos”, diz Ribeiro. A estratégia é também ampliar a atuação no contencioso cível na área de comércio eletrônico, além de tecnologia da informação, especialmente avaliando os reflexos da TI no ambiente de trabalho e o risco legal corporativo, assim como a redigir termos de confidencialidade.

Os investimentos do escritório para o próximo ano estarão voltados na mudança de endereço: a banca muda em janeiro de 2013 sua matriz da Rua da Consolação, no centro de São Paulo, para a Avenida 9 de Julho, nos Jardins. “Vamos montar um escritório mais moderno, com outra cara”, diz o sócio.

De acordo com Ribeiro, essa era uma vontade dos clientes. “O centro de São Paulo está muito abandonado, por mais que se divulgue uma revitalização, ela não acontece. Hoje a clientela não vem para o centro”, destaca. Para o advogado, a necessidade dele e dos associados têm de deslocamento até o cliente é muito grande. “Há 15 anos, o cliente vinha até o seu escritório, a regra era essa. Hoje isso mudou e portanto quero me aproximar mais das empresas.”

O movimento de saída do centro, já realizado por diversos escritórios, pode motivar uma nova atuação: a do contencioso de massa. “É possível que mantenhamos uma pequena estrutura no centro, para o contencioso de massa que hoje não fazemos. Já surgiu essa demanda e estávamos resistindo porque ele poderia desfigurar o controle e o atendimento personalizado do escritório hoje. Mas estamos mudando de opinião, pois ele pode ser um bom negócio para a banca e para os clientes”, afirma. Segundo Rodrigo Ribeiro, as bancas experimentam um crescimento elevado no contencioso de massa. “Nesse ano já investimos muito em tecnologia e sistemas de controle, é possível que o escritório entre nos casos de massa”, diz.

O escritório tem hoje 11 advogados (dois sócios), distribuídos nas unidades de São Paulo e Rio de Janeiro. São cerca de 30 clientes de grande porte, especialmente das áreas de petróleo e gás, varejo, instituições financeiras e imobiliário. O foco também é trabalhar mais com empresas de médio porte, que trazem uma maior facilidade de negociação. “O diferencial de um escritório pequeno, que compete diretamente com os grandes no mercado da advocacia, é poder prestar um atendimento personalizado”, ressalta.

Há hoje um estudo para abrir uma nova unidade em Belo Horizonte (Minas Gerais), projeto que deve se concretizar em 2013. No restante do País, há correspondentes. Desde o ano passado é feita uma parceria com um escritório de Portugal, com troca de clientes e trabalho conjunto em casos específicos. “Queremos nos tornar uma banca média, não quero ter 300 advogados em 20 unidades. Mas sim chegar a 30 advogados espalhados em até quatro unidades, no máximo abrindo uma nova filial em Brasília se for necessário”, afirma.

O sócio destaca que hoje há um grande debate acerca de questões de comércio eletrônico, como a discussão sobre a solidariedade da empresa de e-commerce em relação a vícios do produto. “Há uma forte atuação do Ministério Público por meio de ações civis públicas, pedindo que todos os fornecedores sejam responsabilizados”, diz. Outro debate é sobre até onde vai a responsabilidade do comerciante pelas trocas.

A atuação hoje é full service, como as áreas ambiental, administrativo, arbitragem, bancário, consumidor, direito autoral, energia, recuperação judicial, família, imigração, mineração, recuperação de crédito e previdenciário, todas com ação nas esferas administrativa (órgãos governamentais e agências reguladoras) e judicial. Na área ambiental, o escritório em muitos casos faz o papel de mediador entre o cliente e os órgãos que cuidam de controle ambiental, evitando entraves às suas atividades.

Fonte: Jornal DCI | Andréia Henriques | 08/10/2012

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