4 Passos Para que a Gestão de Pessoas seja Estratégica

De modo geral as empresas têm se conscientizado que as pessoas são o seu principal ativo. Afirmam que sem profissionais talentosos fatalmente a organização não será bem sucedida. No entanto, transformar essa consciência em ações práticas para atrair, reter e motivar os colaboradores não é uma tarefa fácil.

Esse é um tema palpitante tendo em vista que, cada vez mais, as empresas falam em ter profissionais com perfis diferenciados, dotados de diversas competências e, assim, se manterem competitivas no mercado. Contudo, muitas dessas empresas não sabem como criar oportunidades para encontrar e manter essas pessoas em suas estruturas.

Há mais de dez anos desenvolvendo projetos relacionados a esse tema, notamos que diversas empresas enfrentam o mesmo dilema:

Como tornar a gestão de pessoas estratégica na organização?

Na verdade, tudo passa por um sistema integrado de gestão, que começa com um bom processo de recrutamento e seleção. Para isso, é fundamental que as empresas tenham processos bem estruturados, de tal forma, que consigam avaliar no candidato aspectos essenciais para a organização, tais como seus valores pessoais, suas competências técnicas e comportamentais, seu estágio de carreira e interesses futuros.

Uma vez em que se tenha o profissional contratado, torna-se indispensável uma boa integração do individuo à empresa, que passa pelas boas vindas ao novo funcionário, apresentação de todas as áreas e colaboradores, além de integrá-lo às políticas, normas, missão, visão e valores da companhia.

A partir disso, outros subsistemas se fazem presentes:

  1. O treinamento e desenvolvimento, por exemplo, é o principal fiel da balança entre o desenvolvimento individual e as necessidades da organização. Para sua perfeita implantação é necessário um bom diagnóstico das competências individuais a serem desenvolvidas, um plano de treinamentos inteligente e a avaliação constante dos resultados.
  2. Quase que simultaneamente surge a avaliação de desempenho. Nessa fase a intenção é dar um norte ao colaborador dentro da empresa, permitindo ao mesmo ter objetivos ligados aos resultados da companhia e que seja avaliado e remunerado pelo seu desempenho.
  3. Nesse momento é de suma importância que a empresa tenha muito bem definida sua política de cargos e salários. O objetivo é ter um mapa de todas as competências necessárias para cada posição, além de evitar grandes discrepâncias nas remunerações dos profissionais à luz da realidade interna e externa da organização.
  4. Além de todos os subsistemas abordados, mas, não menos importantes, temos a pesquisa de clima, a educação e universidade corporativa, o gerenciamento de cultura organizacional, a comunicação interna, entre outros que se revelam vitais para a sustentabilidade do negócio.

Fazer tudo isso acontecer na prática é uma missão árdua e gradativa. Contudo, nossa experiência em gestão de empresas demonstra que uma vez implantado, os resultados são muito promissores, começando pelas pessoas terem um sentido de vida na companhia até a obtenção de uma estrutura organizacional mais sólida.

O sucesso das empresas pressupõe não apenas a devida importância dada às pessoas como o seu mais importante patrimônio, mas, também, a aplicação de forma efetiva de um sistema integrado que torne o trabalho uma fonte de realização e crescimento pessoal, de forma ética e que gere resultados.

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